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Marketing Político 2017-08-03T16:51:16+00:00

Vitória
Chamados no 2º turno para reorganizar uma campanha que apresentava problemas.

Foi para o 2º turno
Fizemos apenas a campanha do 1º turno por discordar da orientação política.

Vitória
Chamados 3 semanas antes da eleição, trabalhamos para reverter um quadro negativo.

Derrotado no TSE
A Administração estava mal avaliada, por falhas de comunicação.Durante 8 meses trabalhamos o marketing da Prefeitura. Fizemos a campanha de reeleição contra o ex-prefeito; Pavan atingiu 34,99% dos votos.

Estudo da campanha
Pré-campanha e estudo de viabilidade de candidatura.

Estudo da campanha
Pré-campanha e estudo de viabilidade de candidatura.

Vitória
Supervisão da campanha, na qual enfrentou dois candidatos muito fortes, apoiados por Lula.

Vitória no 1º Turno
Supervisão da comunicação do Governo do Estado, no período anterior à eleição. Dirigimos a campanha com Zeca do PT, tão apoiado por Lula quanto Dilma.

Derrota

Chamado por André Puccinelli, governador do Mato Grosso do Sul, e por Nelsinho Trad, prefeito de Campo Grande, para coordenar a campanha com o objetivo de fazer a capital de MS uma das cidades sedes da copa em 2014. Foi feita uma grande campanha de mobilização, colocando mais de 200 mil pessoas nas ruas clamando pela escolha, que acabou não acontecendo.

Assistir vídeo

Vitória
Consultoria – Estruturamos toda a campanha.

Vitória
Supervisão da comunicação da Prefeitura. Direção da campanha desse azarão que venceu contra o candidato franco favorito.

Reeleito
Supervisão da campanha da Prefeitura. Direção da campanha contra candidato do PSDB, que era favorito.

Reeleito no 1º turno
Supervisão da comunicação da Prefeitura. Direção da campanha contra candidato que era favorito na largada.

Reeleito no 1º turno
Direção da campanha contra adversário do PT; o candidato teve um dos maiores índices de votos, entre os candidatos das capitais: 73%

Vitória
Supervisão da campanha contra candidato do PT.

Vitória
Estruturamos a campanha no 1º turno. Nossa equipe e a estratégia continuaram até o final.

Vitória no 1º turno
Estruturamos e dirigimos a campanha contra o senador Delcídio Amaral – PT

Vitória
Em 20 dias, virou uma intenção de voto de 83% contra 14% .

Em agosto, Chico Santa Rita é contratado para realizar a Campanha do NÃO, no referendo sobre a proibição do comércio legal de armas e munição no Brasil. Grande desafio e o tempo muito pequeno. Uma campanha sem candidato, o que está em jogo é uma ideia, um conceito, um direito!

A campanha de 2005 é a primeira experiência de consulta popular através de um referendo no Brasil, que estava previsto desde a aprovação do Estatuto do desarmamento, de dezembro de 2003. Para entrar em vigor o artigo 35 do Estatuto – que proibia o comércio legal de armas e munição no Brasil – deveria ser aprovado por um referendo popular.

No caso, o maior referendo já realizado no mundo, com uma massa de mais de 122 milhões de eleitores indo às urnas para dizer sim ou não à proibição do comércio legal de armas e munição.
Até aquele instante defender o NÃO soava politicamente incorreto, isto porque, o pensamento comum estava vinculado a um vício de raciocínio – a ideia de ser contra a paz, contra a vida e a favor de um desarmamento pleno, que na verdade, jamais existiria.

Uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto SENSUS, em março de 2004,  para a CNI – Confederação Nacional da Indústria mostrava clara a ideia de como pensava o brasileiro naquele momento: 73,6% dos entrevistados eram a favor da proibição do comercio legal de armas e munição; contra, apenas, 23,4%.

Essa postura era o resultado mais visível de uma poderosa campanha, desencadeada há anos pela Rede GLOBO, em defesa daquele “desarmamento”. Muito antes de se discutir o comércio legal de armas no Brasil, a população já estava sendo bombardeada pela ideia de que desarmar a sociedade significaria reduzir a violência no país.

A essência da Campanha do NÃO é boa informação, transparência e objetividade.  A Campanha do SIM fala em desarmamento, mas o que está em jogo não é o desarmamento e sim a perda do direito garantido pela Constituição Federal: o direito de se defender.

Um trabalho cuidadoso e preciso. Um trabalho que cresce e ganha  fôlego, na medida em que o brasileiro se dá conta do que está em jogo no referendo: perder ou não um direito constitucional. Uma pergunta cala fundo, sem resposta, na consciência do brasileiro: Como um Estado incapaz de promover uma política de segurança pública eficaz e eficiente, pode propor desarmar a população? Como sem antes adotar medidas de combate à criminalidade que promovessem o desarmamento dos bandidos?

A resposta é em forma de voto. Mais de 59 milhões de brasileiros dizem NÃO à proibição, o equivalente a 63,94% dos votos. O povo brasileiro decide manter o direito de escolha, em ter ou não uma arma de fogo.

Um resultado que entra para a história das eleições do Brasil. A partir de agora você tem a oportunidade de rever os principais programas e os comerciais da Campanha do NÃO, no referendo sobre a proibição do comércio legal de armas e munição no Brasil.

Vitória
Consultoria para a estruturação da campanha.

Vitória
Consultoria para a estruturação da campanha.

Foi para o 2º. Turno
Supervisão da comunicação da Prefeitura. Montagem e supervisão da campanha no 1º turno, sem continuidade no 2º turno por conflito de decisões com o comando geral.

Derrota
Coordenação da campanha. O candidato teve boa participação, mas era impossível ganhar eleição de um Prefeito (Emanuel Fernandes) com indice de aprovação de 80%.

Vitória no 1º turno
Coordenação da campanha, administrando a transferencia do votos do Prefeito anterior, para seu sucessor.

Vitória
Campanha de pouquíssimos recursos, enfrentando dois candidatos poderosos: Quércia e Mercadante

Reeleito no 1º turno
Montagem e coordenação da campanha de reeleição contra candidato do PT.

Derrota
Na cidade de São Paulo, Chico Santa Rita assume a campanha equivocada de Romeu Tuma para a prefeitura, nos últimos 10 dias de trabalho, antes do primeiro turno. Pouco tempo para corrigir muitos erros.

Vitória
Chamados no 2º turno para corrigir a campanha que apresentava problemas.

Pré-campanha
Pré-campanha, estudo de viabilidade de candidatura

1º turno
Coordena o 1º Turno e leva o candidato ao 2º. Turno. Não dirige o 2º. Turno.

Vitória
Coordenação da campanha de Marconi Perillo, que se torna governador de Goiás.

Vitória
Atende o Sindicato dos Metalurgicos de Volta Redonda, no Estado do Rio de Janeiro e conduz a chapa da Força Sindical, para a vitória, contra a chapa da CUT, inicialmente favorita. Resultado: 54% x 32%

2o. Turno – derrota
Chamados no 2º turno para atender a candidata. No 1º turno larga na frente como favorita, mas é prejudicada por uma campanha desastrosa. Um segundo turno curto com muita coisa para ser consertada, Célia Leão cresce muito, mas não o suficiente para ganhar a batalha.

Vitória
Responsáveis pela campanha vitoriosa em Dourados, também em Mato Grosso do Sul.

Vitória
Responsáveis pela campanha vitoriosa em Presidente Prudente.

Vitória
Em Campo Grande a batalha eleitoral de André Puccinelli é complicada. Sai de um quarto lugar para enfrentar o candidato favorito, o Zeca do PT. No segundo turno, a disputa é voto a voto, e a vitoria vem com a diferença de apenas 411 votos.

Derrota
Coordena a campanha do candidato Orestes Quércia à presidencia, mesmo discordando da oportunidade da candidatura. Em várias reuniões com o candidato e com a equipe de campanha, Santa Rita insistiu para que o ex-governador se candidatasse a deputado federal e aguardasse um momento oportuno para a candidatura presidencial.

Em 1993, Santa Rita participa de uma das mais importantes batalhas eleitorais que aconteceram no Brasil. Ano do Plebiscito, em que a nação brasileira é chamada para ir às urnas a fim de escolher a forma e o sistema de governo. Chico Santa Rita é o responsável pela campanha vitoriosa do presidencialismo.

Nesta campanha Chico Santa Rita participa diretamente de um momento da história do Brasil. A campanha do plebiscito define a forma e o sistema de governo do país. Não existe candidato para incorporar as ideias. Apesar de o parlamentarismo ser apresentado como a novidade, capaz de resolver todos os problemas brasileiros, Santa Rita faz prevalecer a ideia do presidencialismo.

Esse é sem dúvida um dos mais importantes trabalhos que realizou.

O programa da campanha do presidencialismo é apresentado pelo ator Milton Gonçalves. De forma direta e clara são expostos à população brasileira os princípios do presidencialismo.
Com 55% dos votos, o presidencialismo é escolhido como o sistema de governo.

Vitória
Administra a campanha do Senador Amazonino Mendes que é eleito prefeito com 57,6% dos votos válidos.

Derrota
Chamados para coordenar a campanha de Aloysio Nunes, então deputado federal, para a Prefeitura de São Paulo, enfrentando a batalha polarizada entre Maluf e Eduardo Suplicy.

Vitória
É chamado para conduzir a campanha de Carlos Dabdoub ao cargo de concejal, em Santa Cruz de La Sierra – Bolivia visando em seguida transformá-lo em alcade. O candidato e seu amigo, coordenador da campanha, o engenheiro Oscar Serrate tinham sido moradores em São Paulo em 1990, onde assistiram à campanha de Fleury para governo do Estado. Carlos e Oscar viviam na Bolivia, situação que consideravam similar: Carlos era tão desconhecido como Fleury e largava com uma intenção de votos também medíocre. Num ano de entressafra eleitoral no Brasil, Santa Rita vai à Bolívia montar a campanha, levando como estratégia a capacidade de mostrar profissionalismo ao marketing eleitoral do país vizinho. Carlos Dabdoub é eleito para o cargo de Concejal, de Santa Cruz de La Sierra, com a segunda maior votação da cidade-estado.

Vitória
Chico Santa Rita é novamente chamado por Orestes Quércia para, desta vez, coordenar a campanha de seu sucessor ao cargo de governador do Estado de São Paulo. O candidato é o então secretário estadual de segurança pública, Luiz Antônio Fleury Filho. No final de julho, o resultado da pesquisa mostrava Fleury em terceiro lugar, com apenas 4% das intenções de voto. Em 3 de outubro, Fleury vai ao segundo turno contra Maluf; e em 25 de novembro, com 43,8% dos votos,Fleury é eleito governador de São Paulo.

Desiste da candidatura
Estudo e consultoria de viabilidade de campanha.

Vitória no 2º turno
No 2º turno, Santa Rita é chamado por Leopoldo, irmão mais velho de Collor, para dirigir os últimos dias da campanha. Chico assume a direção e resgata votos que, naquele momento, migravam para o PT. Chico traz de volta seriedade ao programa de TV, de Collor. Episódio famoso dessa eleição é a gravação de Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula que aparece no vídeo contanto a história de sua gravidez no tempo de namoro, e como Lula reagiu à notícia.

Foi de Santa Rita a decisão de colocar no ar o depoimento de Miriam Cordeiro, material verdadeiro, que jamais teve a sua autenticidade contestada. E quanto aos questionamentos de ética sobre esta decisão, Chico Santa Rita sempre responde com uma certeza: “A vida de um homem público é pública”.

Derrota
Primeiro turno. No início da campanha, Santa Rita com uma grande pesquisa qualitativa, nas mãos constata aos cardeais do PMDB que “Dr. Ulysses é tudo que a população não quer”. O povo brasileiro, em 1989, queria renovação. A cúpula do PMDB queria a candidatura de Dr. Ulysses e não foram medidos esforços para Chico Santa Rita realizar uma campanha com o que de melhor existia na televisão brasileira. Inesquecível é o jingle da campanha de Ulysses: Bote fé no velhinho / o velhinho é demais / Bote fé no velhinho / que ele sabe o que faz…

Vitória
Consultados na campanha. Naquele ano, Mário Covas e FHC tornaram-se, nessa ordem, os senadores mais votados da história — cada um com mais votos do que o governador eleito Orestes Quércia e Jânio Quadros, em seu recorde estabelecido em 1960. Este fato tornou Covas e FHC os principais líderes nacionais do PMDB.

Vitória
Com os programas de propaganda eleitoral, Mário Covas é o senador mais votado da história do Brasil, até então com 7,7 milhões de votos.

Vitória
Chico Santa Rita é chamado por Orestes Quércia para ser um dos coordenadores da equipe que iria produzir a campanha do PMDB, em São Paulo. É neste ano, nas campanhas para governador e para senador, que Santa Rita marca o início do marketing político moderno no Brasil, com os programas de propaganda eleitoral para Quércia, governador. Quércia sai de um terceiro lugar, contra os inimigos poderosos, Antônio Ermírio de Moraes e Paulo Maluf, para tornar-se governador do Estado de São Paulo.

Derrota
Santa Rita prepara o lançamento da candidatura de Saturnino Braga ao governo do Estado do Rio de Janeiro, mas a incorporação do PP ao PMDB, traz o chaguismo (do governador Chagas Freitas) de volta, inviabilizando a candidatura do líder esquerdista, que rompe com o partido e filia-se ao PDT, de Leonel Brizola, candidato ao governo.

Vitória
Acumulando funções com seu trabalho na Editora Abril, nas primeiras eleições municipais pós-ditadura, Chico Santa Rita tem sua primeira experiência em montar e dirigir uma campanha eleitoral. O candidato é um jovem de vinte e oito anos, neófito em política, que resolve se candidatar a prefeito da cidade de Resende – RJ, pelo MDB, para enfrentar três candidatos da Arena. Este rapaz é Noel de Carvalho, prefeito de Resende por dois mandatos, deputado estadual e federal, secretário de agricultura e depois de educação, nos governos Brizola, do Rio de Janeiro. Esta é a primeira vitória no marketing político de Chico Santa Rita. Em uma campanha para prefeito, em Resende, região serrana do Estado do Rio de Janeiro, Santa Rita começa a escrever a sua história profissional dentro da história das eleições no Brasil.